Vanessa Schissato
Computação & CIA.
Computação & CIA.
17/07/11
Depois do post anterior, com dicas para apostilas gratuitas de Java e .NET, neste post eu compartilho a localização de material de alta qualidade sobre Computação em geral e Javascript, oferecidos com uma abordagem interativa (exercícios on-line, e-books, etc). Este post é baseado no post Blog ReadWrite Hack – Stanford’s Computer Science 101 Materials Available for Free.
11/01/11
Neste post estou disponibilizando uma classe simples de referência para “sanitizar” Strings a fim de torná-las url safe, por exemplo.
Esta característica é desejável em URLs Rewrite, por exemplo, onde queremos que nosso artigo “Caminhão na contra-mão!” seja apresentado na URL como algo assim:
http://www.nessauepapost.com.br/artigo/7/caminhao-na-contra-mao
As características desejáveis neste caso são:
- Somente letras minúsculas
- Letras acentuadas substituídas pela mesma letra sem acento
- espaços substituídos por hífen “-”
- caracteres especiais removidos
15/10/10
Há muita confusão em JSF sobre como fazer a navegação da aplicação, o tratamento de requisições, etc, principalmente daqueles que migram de tecnologias diferentes, como Struts, por exemplo. Portanto, resolvi postar um projeto básico em JSF com um esquema de navegação simples de um CRUD (Create Read Update Delete).
Num próximo post pretendo fazer um exemplo de CRUD JSF um pouco mais incrementado, constituindo um framework simples para lidar com CRUDs.
03/09/10
Muitos sistemas necessitam de informações sobre estados e cidades, mas ao buscar estas informações, se percebe muitos dados incorretos e uma falta de padronização dos nomes.
Mas o site do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) possui uma grande gama de dados disponibilizados publicamente, inclusive a lista de cidades por estado, mas não encontrei nenhuma forma de conseguir baixar os dados já facilmente para meu uso, tendo que baixar o documento com a lista de cidades para cada estado e tratar estes dados.
Portanto, para facilitar minha vida, exportei para um formato CSV e subi para a minha base.
Disponibilizo aqui os dados para download.
23/08/10
Uma das áreas mais subestimadas do desenvolvimento de software é, sem dúvida, a área de testes. Desde os primórdios do desenvolvimento de sistemas até os dias de hoje, testes são considerados dispendiosos e algo a ser feito depois (o que frequentemente é postergado até o ponto em que acabam não sendo feitos).
Desenvolvedores tendem a não usar testes, por acharem que muito tempo é gasto e que o custo benefício não compensa. Mas, conforme cada vez mais evoluem as técnicas e teorias por trás do desenvolvimento de software, mais e mais estudos confirmam que sim, vale a pena perder o tempo dispensado aos testes e vão além, sugerem que o desenvolvimento deve ser invertido, primeiro criar os testes e depois implementar o necessário para fazer o teste passar (esse método de desenvolvimento é conhecido como TDD = Test Driven Design).
Realmente o TDD é algo interessante e dá pano pra manga pra muito texto, que vou deixar para o futuro.
O que realmente queria falar neste post, é sobre a técnica de criar objetos “falsos” (objetos Mock) com comportamento igual aos objetos reais do seu sistema e que sejam dependências para seus testes, além de mostrar sua utilidade e aplicabilidade em testes funcionais, introduzindo um framework que auxilia na criação destes objetos Mock.
13/08/10
Quem nunca chegou no fim do dia e percebeu que o dia não rendeu nada em trabalho útil? Onde foram parar as 8 horas (ou mais) de trabalho?
Geralmente as pessoas tendem a esquecer os minutos gastos no twitter, o tempo lendo notícias no uol, os e-mails respondidos, telefonemas atendidos, perguntas de colegas respondidas, ajudas a secretária para scanear um documento, etc, etc.
Pode não parecer, mas estas “pequenas” interrupções consomem muito tempo que não é gasto efetivamente no trabalho.
E se o trabalho não é feito, surgem os atrasos no projeto (que podem acabar sendo percebidos só no final do prazo em projetos mal administrados), necessidades de horas extras e junto vem o stress e a famigerada “ansiedade do tempo abstrato”.
O livro “The Pomodro Technique” (veja link para download grátis abaixo no post), define dois tipos de percepção de tempo:
1- “Becoming”: A idéia abstrata de tempo, que nasce do hábito de medir tempo (horas, minutos, etc) e a idéia de estar ficando tarde, a sensação do projeto atrasando, o tempo escoando continuamente sem ter terminado aquela parte do sistema. Esta é a percepção ruim (guarde na memória esta).
2- “Sucessão de Eventos”: uma idéia mais concreta do tempo, a idéia de que uma tarefa sucede a outra: “primeiro eu vou escovar os dentes, depois vou tomar banho, após vou dormir”. Crianças desenvolvem primeiro esta idéia de tempo, antes de desenvolver a idéia abstrata.
A técnica de Pomodoro visa diminuir essa ansiedade de tempo abstrato e aumentar foco, concentração e, consequentemente, a produtividade nas tarefas a serem feitas.